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Cidades CRISE HIBRIDA

A crise híbrida no Brasil e qual a nossa responsabilidade?

Mudança de comportamento da população pode amenizar a crise

23/10/2021 às 08h21 Atualizada em 23/10/2021 às 09h30
Por: Redação Fonte: Autor - José Luiz Santana.
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Águas do Rio São Francisco chegam ao Ceará - Folha PE
Águas do Rio São Francisco chegam ao Ceará - Folha PE

A  anos ouvimos sobre que no futuro passaremos por uma falta de água em função do mal uso dos recursos híbridos de nosso pais. Porem de um curto tempo para cá, o assunto tomou a dimensão que não queríamos. Assim convido a todos refletir sobre nossa responsabilidade na ocorrência, como posso causar ou o solucionar este problema?

Não deixando de dizer que o Brasil possui 12% de água doce do planeta.

Então vamos lá, o causador é aquele individualista que não se preocupa em administrar o recurso que tem a seu dispor, consumindo sem controle a água de forma dispendiosa, como, por exemplo, passando horas lavando carro ou calçadas, usando o jato como vassoura. Também não se preocupa com vazamentos e banhos demorados.

Por outro lado, colocando fogo na vegetação, estamos causando a extinção de nascentes. Também podemos citar que fazendo serviços de uso indevido das margens dos rios, forçamos o assoreamento. Assim, nossa responsabilidade de sermos instrumento de destruição deste recurso, tornando causa da crise.

Também temos governantes que não estão comprometidos com as causas ambientais, sempre preocupados com arrecadações financeiras vindas desta destruição e cidadão negacionista.

Poderíamos dizer que soluciona é o administrador, a própria pessoa que está sempre preocupada com a comunidade; indivíduo agregador e disposto a mudar, com praticas simples que vão desde mudar o habito de lavar o carro, para buscar opções em lava-jatos que praticam políticas sustentáveis entre elas novas tecnologias de uso mínimo de água.

Por que não seguir usando a vassoura para varrer ao invés de mangueiras? Precisamos nos tornarmos pessoas que participam de ações para buscar modelos para recuperação de nascentes. Um exemplo a ser seguido é o fotógrafo Sebastião Salgado, fundador do Instituto Terra, na cidade de Resplendor,    Minas    Gerais, que já demonstrou    que    é     possível     recuperar     300 mil nascentes do Rio Doce que estavam ameaçadas.

Finalmente, mas não menos importante, depois disso, busque a resposta se for o causador, e se junte ao que soluciona, porque assim podemos confiar em um futuro melhor e lembrando que quem irá usufruir destas coisas boas feitas por nós, será a geração futura que evoluindo com as boas praticas de conservação e uso sustentável deste recurso híbrido terão uma qualidade de vida plena.

 Autor - José Luiz Santana.

Estudante de Tecnologia em Gestão Ambiental no Instituto Federal de Minas Gerais Campus de Governador Valadares


 

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