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Brasil CORRUPÇÃO

Rosa Weber (STF) autoriza inquérito para investigar Romário, Benedita e outros oito deputados.

Os parlamentares fazem parte de “um forte esquema de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro”.

01/09/2020 18h18
Por: Redação
Foto - Rede Sociais
Foto - Rede Sociais

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura de inquérito para investigar o senador Romário (Podemos-RJ), a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e outros oito deputados por suspeita de uso irregular de verba destinada à atividade parlamentar. A ministra atendeu a um pedido do vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros. 

De acordo com o vice procurador, os parlamentares  fazem parte de “um forte esquema de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro”.  O caso envolve a contratação da empresa Atos Dois Propaganda e Publicidade Ltda. (Xeque Mate Comunicação e Estratégia). 

São investigados também os deputados Sérgio Brito (PSD-BA), Carlos Henrique Amorim (DEM-TO), Silas Câmara (Republicanos -AM),  Danilo Jorge de Barros Cabral (PSB-PE), Fábio de Almeida Reis (MDB-SE), Hiran Manuel Gonçalves da Silva (PP-RR), Jéssica Rojas Sales (MDB-AC) e  Fausto Ruy Pinato (PP-SP).

Rosa Weber decidiu enviar para Justiça Federal do DF o pedido para investigar mais 19 ex-deputados, entre eles está o senador Márcio Bittar (MDB-AC). Ela entendeu que o caso dele não envolve o mandato do Senado, mas sua atividade na Câmara. 

Os outros investigados são: André Luis Dantas Ferreira; João Alberto Fraga; César Hanna Halum; Joziane Araújo Nascimento; Marcelo Augusto da Eira Correa; Marcelo Theodoro de Aguiar; Roberto da Silva Sales; Sebastião Bala Ferreira da Rocha; Raul da Silva Lima Sobrinho; Milton João Soares Barbosa;Iris de Araújo; Ronaldo Fonseca de Souza; Pedro Vilela; Rebecca Martins Garcia; Josiane Braga Nunes; Julia Maria Godinho da Cruz Marinho; Rogério Schumann Rosso e  Ezequiel Cortaz Teixeira.

O senador Romário informou, por meio de nota, que contratou uma das empresas entre  janeiro de 2014 a dezembro de 2018, e que foram pagos neste  período  R$ 82 mil pelos serviços prestados. " Todas as notas foram apresentadas tanto à Câmara dos Deputados quanto ao Senado Federal e devidamente aprovadas nas respectivas prestações de contas", diz o texto, ressaltado que ele está à disposição da investigação

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